Milhares de cristãos em África e no Médio Oriente, perseguidos e deslocados por causa da sua fé, dependem do trabalho social e pastoral da Igreja e a Igreja depende de si para continuar a apoiá-los. Faça um donativo e leve a esperança do Natal aos refugiados!

82,4 MILHÕES DE PESSOAS DESLOCADAS EM TODO O MUNDO

Cada número é uma vida, uma história de perda, trauma e sofrimento.

No início de 2021, o número de pessoas deslocadas à força devido a perseguições, conflitos, violência e violação dos direitos humanos foi o mais elevado registado até hoje (segundo os dados do ACNUR).

Em África verificou-se o maior aumento de deslocados internos e a Síria continua a ser o país do mundo em que uma maior quantidade de pessoas se viram obrigadas a fugir de suas casas.

ESTE NATAL PODEMOS OFERECER ESPERANÇA AOS NOSSOS IRMÃOS

Através da Igreja local, a AIS proporciona refúgio e alimento aos refugiados cristãos e vela pela educação das crianças e jovens. Mas eles também têm fome do poder curativo dos sacramentos, da Palavra de Deus e do Seu amor, que lhes oferecem aqueles em quem foi confiada a continuação da Sua obra entre nós. As religiosas, os sacerdotes, os catequistas e todos os que trabalham para a construção do Reino de Deus, cuidam dos mais necessitados, enchem os corações dos cansados, traumatizados, aflitos e famintos com uma fé renovada e também com a esperança de um futuro melhor.

SÍRIA

Num país ameaçado pelas sanções e pela destruição após 10 anos de guerra, os mais idosos, doentes ou com deficiências ficaram sozinhos

LÍBANO

“Como criança tornei-me refugiado, como o Menino Jesus, que também teve de fugir com o Seu Pai e a Sua Mãe”.

BURQUINA FASSO

“Na Missa de Domingo, os jihadistas entraram na igreja com armas e cercaram-nos. Mataram o sacerdote e cinco paroquianos diante dos nossos olhos”.

MOÇAMBIQUE

A província de Cabo Delgado tem sido assolada pelo extremismo islâmico desde 2017. Mais de 3.300 pessoas foram assassinadas e um milhão teve de fugir.

NIGÉRIA

Os sacerdotes levam a esperança aos mais de 30.000 deslocados em Puka que tiveram de abandonar as suas casas por causa do Boko Haram.

CONGO

Apesar das pobres condições em que vivem nos campos de refugiados em Goma, os Cristãos querem celebrar o Natal.

“Daqui, da Síria, da Palestina, da Jordânia, da actual Israel… saíram os primeiros cristãos” explica o Pe. Hugo Alaniz, um missionário argentino do Instituto do Verbo Encarnado que vive no Médio Oriente há 26 anos.

“Acredito que é nossa obrigação, como Igreja, cuidar dos Cristãos do Médio Oriente. Não apenas por ser a Terra Santa, mas também porque, graças a eles, conhecemos a mensagem do Evangelho (…) Pedimos aos benfeitores da AIS que não se esqueçam de nós, não se esqueçam das comunidades que ainda precisam de ajuda do exterior (…) As vossas contribuições têm um significado muito grande, especialmente para as pessoas que perderam tudo, as pessoas que continuam a precisar da vossa ajuda.”

CONHEÇA OS NOSSOS PROJECTOS PARA ESTE NATAL

Seja solidário e leve a alegria e a esperança do Natal aos nossos irmãos refugiados!

Os diversos projectos de ajuda aos refugiados que a AIS apoia em África e no Médio Oriente têm como objectivo proporcionar bem-estar material e espiritual aos nossos irmãos cristãos, especialmente nesta época do ano em que celebramos o nascimento de Nosso Senhor. Desde cabazes de alimentos e medicamentos a bolsas de estudo e até pequenos presentes de Natal para as crianças, queremos levar-lhes a esperança do Natal e alegrar os seus corações.

Proporcionar água potável a milhares de refugiados. Este projecto tem como objectivo construir um poço que funcionará com painéis solares. Estará situado na cidade de Pulka, será acessível a todos os campos de refugiados e, assim, acessível a todos.
Levar palavras de esperança e consolo aos refugiados. Apoio e incentivo pastoral à produção de programas sobre a fé em benefício das pessoas deslocadas na Diocese de Ouahigouya
Recuperar as aulas perdidas depois da fuga – 160 crianças iraquianas voltam à escola. Programa educativo para 160 crianças refugiadas iraquianas na escola paroquial de Marka.
Refeições quentes e acompanhamento espiritual para os refugiados. A “Mesa de São João, o Misericordioso” proporciona 1.500 refeições quentes por dia a 900 refugiados sírios e 600 libaneses necessitados na região de Zahle e no vale de Bekaa.
mapMozambique
Ajuda de emergência aos refugiados em Quelimane. Satisfazer as necessidades básicas de 500 famílias, proporcionando-lhes alimentos, redes mosquiteiras, sabão, artigos para o lar, ferramentas agrícolas e sementes
Refeições sobre rodas para os que ficaram para trás. Equipamento e implementação do Projecto “Refeições sobre Rodas para Idosos” da Vigararia Latina em Alepo

A vossa ajuda é fundamental para manter viva a fé dos nossos irmãos refugiados. Contribua para algum dos nossos projectos e ajude-nos a melhorar a vida de milhares de cristãos que dependem directamente das obras da Igreja. Faça um donativo!

“Nos seus rostos, somos chamados a reconhecer o rosto de Cristo faminto, sedento, nu, doente, forasteiro e encarcerado que nos interpela (cf. Mt 25, 31-46). Se O reconhecermos, seremos nós a agradecer-Lhe por O termos podido encontrar, amar e servir”.

Papa Francisco, Mensagem para a 106° Jornada Mundial do Emigrante e do Refugiado

Fundada em 1947 como organização católica de ajuda a refugiados de guerra e reconhecida como Fundação Pontifícia desde 2011, a AIS ajuda os Cristãos em todo o mundo onde quer que sejam perseguidos, discriminados ou sofram necessidade material, através da Oração, da Informação e da Caridade.

A Igreja de Nossa Senhora da Anunciação situa-se nos arredores de Alepo. É a igreja católica mais afastada da zona Leste da cidade, onde os combates foram mais intensos. Desde a sua reabertura, em Abril de 2018, constitui um símbolo de esperança para muitas pessoas que decidiram regressar às suas casas. Para dar apoio aos fiéis, a igreja criou, na sua cave, um centro pastoral que faculta cursos e actividades.

O sacerdote responsável é o Pe. Hugo Alaniz, do IVE (Instituto do Verbo Encarnado) que é muito activo em Alepo e disponibiliza apoio pastoral e assistência a estudantes e a famílias. Implementou programas de socorro e assistência social que têm como objectivo aliviar ou reverter condições de pobreza, marginalização e vulnerabilidade através de diversos projectos, como o fornecimento de bens e produtos básicos, assistência médica, alguns pequenos serviços ao domicílio e distribuição de alimentos.

A AIS pretende financiar o seu projecto “Refeições sobre Rodas para Idosos”. A vulnerabilidade dos idosos em Alepo é profunda já que muitos deles vivem sós e não têm família que cuide deles. Muitas pessoas jovens e ou em idade para trabalhar foram deslocadas ou simplesmente abandonaram o país. Os mais idosos e vulneráveis ficaram para trás e quase sem recursos.

Este projecto pretende proporcionar a alimentação diária de 100 idosos.

Com 170€ poderá alimentar, durante um ano, um idoso que viva só, em Alepo.

O projecto “Mesa de São João, O Misericordioso” é uma cantina social: o seu objectivo simples e muito concreto é que ninguém passe fome. No início do projecto, em 2015, forneceram 500 refeições quentes por dia. No ano seguinte, chegaram às 1000 refeições quentes por dia, para alimentar os refugiados sírios e os libaneses locais que, doutra forma, teriam dificuldades para se alimentarem, eles próprios e as suas famílias. As estimativas actuais demonstram que as pessoas ainda estão muito necessitadas e indicam o número médio de 1500 de refeições por dia. São 900 refugiados sírios e 600 libaneses que recorrem a este serviço.

A iniciativa tem um triplo objectivo: proporciona uma dieta saudável e nutritiva para aqueles que, de outro modo, não poderiam pagá-la; é um lugar de comunidade e partilha para pessoas diferentes mas a viverem situações semelhantes, e também é um lugar de acompanhamento espiritual. Está sempre presente um diácono que pertence ao projecto. Não há refeição sem oração. Para além de dar resposta às necessidades mais prementes das famílias vulneráveis e, ao mesmo tempo, manter unida uma sociedade sobrecarregada e agitada, este serviço de refeições gratuitas baseia-se em algo mais profundo, a saber, a sobrevivência do Cristianismo no Médio Oriente. A esperança é que tanto os Sírios como os Libaneses acreditem que, realmente, têm um futuro neste país.

A AIS auxilia este projecto ininterruptamente desde que iniciou em 2015.

Com 41€ poderá alimentar um refugiado, sírio ou libanês, durante um mês.

A Paróquia de Santa Maria de Nazaré situa-se no bairro de Marka, em Amã, a capital da Jordânia. A principal preocupação do pároco, o Pe. Jaar, é acolher os refugiados procedentes dos vizinhos Iraque e Síria. “No Médio Oriente temos uma crise de refugiados de proporções épicas. Milhões de pessoas estão em fuga”, diz. Ele próprio conhece, em primeira mão, o que significa fugir ou ser expulso do próprio lar: o Pe. Jaar nasceu em Belém no seio de uma família palestina. Na sua paróquia, ele recebe tanto as famílias iraquianas que tinham fugido para a Síria há alguns anos e que agora voltaram a perder tudo, como os Cristãos que foram expulsos de Planície de Nínive após a invasão do ISIS em 2014. As famílias de refugiados reúnem-se regularmente no centro paroquial para receber pacotes de ajuda que incluem alimentos básicos como arroz, leite em pó, chá e açúcar, bem como roupa e brinquedos para as crianças. Uma das necessidades fundamentais é a educação das crianças refugiadas. Muitas destas crianças não estão inscritas nas escolas públicas: não há vagas para elas e as escolas públicas não as aceitam ou os pais não têm os documentos necessários para as inscrever. Além disso, os pais não podem pagar as mensalidades. Estes refugiados, uma vez que não podem trabalhar na Jordânia, não têm forma sequer de costear as suas necessidades básicas. Por esta razão, o Pe. Jaar criou uma escola gratuita para crianças iraquianas refugiadas, em Marka. A escola tem actualmente 160 crianças entre os 6 e os 16 anos com aulas durante a semana. A maioria das crianças fugiu com as suas famílias do Iraque durante a guerra e, por isso, perderam muitos meses de escolarização. A escola promoveu várias sessões de sensibilização para os cuidadores a fim de falar sobre protecção infantil e a importância da educação, durante a pandemia do Covid e a aprendizagem online. “Todo o pessoal da escola recebeu formação sobre como usar os meios digitais durante a pandemia, e todos os alunos assistiram às aulas via Zoom”. A remuneração mensal de um professor na escola de refugiados é de 240€.

Dada a insegurança na maioria das paróquias, os sacerdotes, as religiosas e os catequistas já não se podem deslocar até às aldeias para celebrar Missa ou dar catequese. Por isso, actualmente, os fiéis vêem-se privados da celebração da Sagrada Eucaristia e interromperam a sua formação catequética. As actividades pastorais estão quase suspensas. Continuar vivo constitui um desafio e evangelizar converteu-se num desafio ainda maior.

No Burquina Fasso a cultura oral é muito forte. Para além disso, a população rural é analfabeta e não sabe ler nem escrever. Isto transforma a rádio na principal forma de comunicação com as populações das zonas rurais. A rádio é um meio poderoso para transmitir mensagens e mudar comportamentos. A maioria das pessoas pensa e adopta comportamentos que adquiriu através do que ouve nos meios de comunicação.

O Pe. Víctor Ouedraogo, director do centro de comunicação diocesano Nossa Senhora do Sahel, escreve-nos: “É importante difundir mensagens que possam tranquilizar os corações, reconciliar as comunidades e fomentar a coesão social. A emissão das transmissões permitirá, aos Cristãos e a toda a população, ouvir o apelo dos líderes religiosos à tolerância e à convivência. Também permitirá, aos fiéis católicos, ouvir o Evangelho e os seus ensinamentos, não obstante o difícil contexto em que vivem.

Este ano, a AIS decidiu apoiar novamente este projecto para apoiar a evangelização e o fortalecimento da fé dos Cristãos, e muito especialmente dos deslocados.

Com 20€ ajude a Diocese de Ouahigouya a continuar a sua actividade pastoral ao proporcionar-lhes uma rádio e os materiais para a catequese.

Durante muitos anos o abastecimento de água de boa qualidade constituiu um problema para a população de Pulka. A zona é montanhosa o que dificulta e encarece a construção de um poço. As pessoas têm de percorrer, frequentemente, um longo caminho para encontrar água, que nem sempre é de boa qualidade. Muitas pessoas sofrem de cólera por ingerir água não potável.

A abertura de um poço local permitirá reduzir as dificuldades que enfrentam todos aqueles que percorrem grandes distâncias para ter acesso a água potável, diminuirá o risco de ataques e proporcionar-lhes-á água de boa qualidade, o que irá reduzir o risco de propagação de doenças.

A AIS comprometeu-se a financiar esta construção.

Em Quelimane há um crescente número de pessoas deslocadas das localidades atacadas pelos terroristas islamitas a Norte da província de Cabo Delgado. Alguns deles chegaram até à província da Zambézia, ao sul de Nampula. Os refugiados foram acolhidos em vários distritos de Quelimane.

O Bispo do Quelimane afirma que “os ataques terroristas estão a intensificar-se cada vez mais, com maior incidência desde 2020, tornando-se a Diocese do Quelimane a melhor opção para alojar as famílias deslocadas” e que a população local está a colaborar o mais possível. No entanto, a diocese continua a lutar para acolher a grande afluência de refugiados. Apesar de Moçambique ter conseguido uma grande diminuição da pobreza nos últimos anos, a actual crise de segurança, os efeitos da pandemia Covid-19, assim como as catástrofes naturais, exerceram uma grande pressão sobre a população local, o que acabou por afectar a convivência desta última com os refugiados. Teme-se que os conflitos entre ambos os grupos aumentem significativamente ou que cada vez mais pessoas se possam unir aos terroristas. Por isso, a Igreja depara-se com a urgente tarefa de contribuir para a integração dos refugiados, mas também de proporcionar mais auxílio à população local.

Com 32€ poderá ajudar uma família de refugiados a adquirir alimentos, mosquiteiros, sabão, artigos para a casa, ferramentas agrícolas e sementes.

Was bedeutet der Besuch für Sie?
Der Besuch des Papstes ist das, was wir uns hier am meisten gewünscht haben. Es ist ein großer Segen. Wir spüren eine starke Sehnsucht, ihn zu sehen. Was diesen Besuch noch wichtiger macht, sind die äußerst prekären Bedingungen, unter denen wir Christen im Irak leiden. Es gibt mehrere Gründe für diese Zerbrechlichkeit. All die Folgen, die ISIS hinterlassen hat, diese enorme Zerstörung hat in großem Maße zur Auswanderung von Christen geführt. Viele Probleme lasten auf uns. Aber wenn er uns besucht, wird er uns Hoffnung, Zuversicht und Ermutigung geben und diese Last verringern. Auch wenn die Sicherheitslage im Irak, insbesondere die politische Situation, instabil ist, hoffen wir, dass bei der Ankunft des Papstes seine Sicherheit ausreichend gewährleistet ist.

 

Was würden Sie dem Heiligen Vater gerne sagen?
Ich möchte ihn bitten, mir seinen Segen zu geben, meinen Dienst und die Hingabe der Priester hier zu segnen und die Menschen durch seine Gebete zu segnen. Ich bitte ihn, all jenen zu helfen, die in diesem Land in Gefahr sind, ob sie nun Christen oder Muslime sind; und die Länder der Welt zu mobilisieren, um dieses Land, das Hilfe braucht, zu unterstützen.

Was möchten Sie ihm in Baghdida / Karakosch zeigen? Was sollte er besuchen?
Ich möchte, dass er die Al-Tahira-Kirche besucht, denn sie ist ein Symbol und Erbe von Baghdida. Diese Kirche ist die Mutter, die Heimat und das Vermächtnis eines jeden einzelnen Menschen in Baghdida. Unsere Vorfahren haben diese Kirche erbaut, wir alle fühlen uns als Teil von ihr. Sicherlich würden wir uns freuen, wenn er viele Orte, Kirchen, Klöster und traditionelle Häuser besuchen würde, und auch, wenn er viele Menschen treffen würde, die sich danach sehnen, ihn zu sehen.

Was bedeutet der Besuch für Sie?
Der Besuch hat einen moralischen Wert, keinen wirtschaftlichen. Er wird die öffentliche Meinung in der Welt und insbesondere im Irak beherrschen. Ich habe das Gefühl, dass ich einen wichtigen Anteil daran habe.

Was würden Sie dem Heiligen Vater gerne sagen?
Es wird großartig sein, ihn zu treffen, und ich möchte ihm sagen: „Wir brauchen internationalen Schutz, weil unsere christliche Gemeinschaft unter der erzwungenen Auswanderung gelitten hat“.

Was möchten Sie ihm in Baghdida /Karakosch zeigen? Was sollte er besuchen?
Ich möchte ihm die Kirchen und ausgebrannten Häuser zeigen, damit er den Schaden sieht, den ISIS in dieser Stadt angerichtet hat. Und auch unser Heimatmuseum in Baghdida, um ihm unsere Geschichte und Kultur näher zu bringen.

¿Qué significa la visita para usted?
La visita tiene un valor moral, no económico. Este tema ocupará la opinión pública en el mundo y especialmente en Irak. Siento que tengo un lugar importante en él.

 

¿Qué le gustaría decirle al santo padre?
Será genial conocerlo y querría decirle “necesitamos protección internacional, porque nuestra comunidad cristiana ha sufrido una migración forzada”.

¿Qué le gustaría mostrarle en Baghdeda /Qaraqosh? ¿Qué debería visitar?
Me gustaría mostrarle las iglesias y las casas quemadas, para que vea el daño que dejó ISIS en esta ciudad. Y también nuestro Museo del patrimonio de Baghdeda para presentarle nuestro historia y cultura.

Que signifie pour vous cette visite ?

Elle a une valeur morale, et non pas économique. Cette question occupera l’opinion publique mondiale, et tout spécialement irakienne. J’ai l’impression d’y tenir une place importante.

 

Qu’aimeriez-vous dire au Saint-Père ?

Ce sera formidable de faire sa connaissance, et je voudrais lui dire : « Nous avons besoin d’une protection internationale parce que notre communauté chrétienne a subi une migration forcée ».

Qu’aimeriez-vous lui montrer à Qaraqosh/Baghdeda ? Que devrait-il visiter ?

J’aimerais lui montrer les églises et les maisons brûlées, afin qu’il voie les dégâts que l’État Islamique a laissés derrière lui dans cette ville. Et aussi notre Musée du patrimoine de Baghdeda pour lui présenter notre histoire et notre culture.

What does the visit mean to you?
The papal visit is the thing we have longed for most of all here. It will be a great blessing. We have a great yearning to see him. What gives added importance to this visit is the so very vulnerable situation that we are suffering as Christians in Iraq. There are many reasons for this vulnerability, including the aftermath of what IS left behind, the enormous destruction which has led in such large measure to the emigration of the Christians. There are many problems weighing on us. But when he comes to visit us, he will give us new hope and confidence and some relief from this burden. In addition there is the fact that the security situation in Iraq, and especially the political situation, is so unstable, so we are hoping that when the Pope does arrive they will guarantee his security in the way that they should.

 

What would you like to say to the Holy Father?
I would like to ask him to give me his blessing, to bless my ministry and the hard work of all the priests here, and also to bless all the people through his prayers. I would ask him to help all those in danger in this country, whether they are Christians or Muslims. And that he might strive to encourage the countries of the world to support this nation, which is truly in need.

What would you like to show him in Qaraqosh/ Baghdeda? What places ought he to visit?
I would love him to visit the Al-Tahira church, because it is a symbol and a rich cultural legacy of Baghdeda. This church is the mother, the home and the inheritance of every one of the inhabitants of Baghdeda. Our forefathers built this church, and we all feel we are a part of it. Of course, we would be happy for him to visit many different places – churches, monasteries and traditional homes – and also for him to be able to meet all the many people who are longing to see him.

What does the Pope’s visit mean to you?
The papal visit will lift up our spirits and morale more than anything else. All the eyes of the world will be on Baghdeda. And in this way the world will know what happened to this city. The terrible destruction and the forcible ethnic cleansing. It will also be a good thing if afterwards we get more support and help. This visit is really important to us, to those of us who are living here, especially after the massive ethnic cleansing and expulsion of so many of us. His visit means that we are not alone and that there are people who are praying for us. This will give us fresh hope and encourage us to persevere, here on our own soil, and not leave it.

What would you like to say to the Holy Father?
If I get the opportunity to meet him, I would like to be able to thank him for his visit, which has made us very happy, and for his prayers. I would also like to thank him for all he has done to help us in recent times. I have not forgotten his great gesture of solidarity in auctioning the Lamborghini in order to use the money to help pay for the reconstruction of our homes on the Niniveh plains. I would also like to ask him to continue praying for us and for peace to return to Iraq.

What would you like to show him in Qaraqosh/ Baghdeda? Which places should he visit?
I would like to show him our historic Al-Tahira church, and some photos of Baghdeda. I’d like him to be able to see how it was destroyed by IS and how the people here have worked so hard recently to rebuild it once more.

¿Qué significa la visita para usted?
La visita del Papa es lo que más hemos deseado aquí. Es una gran bendición. Sentimos un gran anhelo de verlo. Lo que agrega importancia a esta visita son las condiciones tan vulnerables que sufrimos los cristianos en Irak. Hay varios motivos para esa fragilidad, todas las secuelas que ha dejado el ISIS, esa enorme destrucción ha llevado en gran medida a la emigración de cristianos. Muchos problemas pesan sobre nosotros. Pero cuando nos visite, nos dará esperanza, confianza y aliento y reducirá esta carga. Además del hecho de que la situación de seguridad en Irak, especialmente la política, es inestable, se espera que a la llegada del Papa se garantice su seguridad de manera correcta.

¿Qué le gustaría decirle al santo padre?
Querría pedirle que me dé su bendición, que bendiga mi servicio y la entrega de los sacerdotes aquí y que bendiga al pueblo a través de sus plegarias. Le pido que ayude a todos los que están en peligro en este país, ya sean cristianos o musulmanes. Que intente movilizar a los países del mundo para que apoyen a este país que necesita ayuda.

 ¿Qué le gustaría mostrarle en Baghdeda / Qaraqosh? ¿Qué debería visitar?
Me encantaría que visite la iglesia Al-Tahira, porque es símbolo y patrimonio de Baghdeda. Esta iglesia es madre, hogar y herencia de cada uno de los habitantes de Baghdeda. Nuestros antepasados ​​construyeron esta iglesia, todos nos sentimos parte de ella. Ciertamente, nos alegraría que visitara muchos lugares, iglesias, monasterios y casas tradicionales,  también que vea a muchas personas que anhelan verlo.

Qu’est-ce que cette visite signifie pour vous ?

La visite du Pape est ce que nous désirions le plus ici. C’est une grande bénédiction. Nous avons un grand désir de le voir. Ce qui rajoute de l’importance à cette visite, c’est la situation de vulnérabilité que nous, chrétiens, subissons en Irak. Il y a plusieurs raisons à cette fragilité, toutes sont les séquelles de l’État Islamique. Toutes ces destructions ont grandement contribué à l’émigration des chrétiens. De nombreux problèmes pèsent sur nous. Mais par sa visite, le Pape nous donnera de l’espérance et de la confiance, il nous encouragera et réduira notre fardeau. Bien que la situation soit instable en Irak en ce qui concerne la sécurité, tout spécialement dans le domaine politique, on s’attend à ce qu’à l’arrivée du Pape, sa sécurité soit correctement assurée.

Qu’aimeriez-vous dire au Saint-Père ?

Je voudrais lui demander de me donner sa bénédiction, de bénir mon travail et le dévouement des prêtres d’ici, et de bénir le peuple par ses prières. Je voudrais lui demander d’aider tous ceux qui sont en danger dans ce pays, qu’ils soient chrétiens ou musulmans. Qu’il tente de mobiliser les pays du monde entier pour soutenir ce pays qui a besoin d’aide.

Qu’aimeriez-vous lui montrer à Qaraqosh/Baghdeda ? Que devrait-il visiter ?

J’aimerais qu’il visite l’église Al-Tahira, parce que c’est un symbole et un élément du patrimoine de Baghdeda. Cette église est la mère, le foyer et le patrimoine de chacun des habitants de Baghdeda. Nos ancêtres ont construit cette église, nous avons tous le sentiment d’en faire partie. Bien sûr, nous serions heureux qu’il visite de nombreux endroits, des églises, monastères et maisons traditionnelles, et qu’il rencontre également beaucoup de gens qui ont le désir de le voir.

Was bedeutet der Besuch für Sie?
Der Besuch des Papstes wird die Stimmung und die Moral heben, mehr als alles andere. Alle Augen der Welt werden auf Baghdida gerichtet sein. Dann wird die Welt erfahren, was mit dieser Stadt passiert ist, die schreckliche Zerstörung und die erzwungene Migration. Es wäre auch gut, wenn wir anschließend mehr Hilfe und Unterstützung bekommen würden. Dieser Besuch ist wirklich wichtig für uns hier, besonders nach der großen Zwangsmigration so vieler unserer Leute. Der Besuch bedeutet, dass wir nicht allein sind, und dass es Menschen gibt, die für uns beten. Das wird uns Hoffnung geben, es wird uns ermutigen, in unserem Land zu bleiben und es nicht zu verlassen.

Was würden Sie dem Heiligen Vater gerne sagen?
Wenn ich die Gelegenheit habe, ihn zu treffen: Ich möchte ihm für seinen Besuch, der uns sehr glücklich macht, und für sein Gebet danken. Ich möchte mich auch bei ihm für alles bedanken, was uns in der letzten Zeit geholfen hat. Ich werde nie seine große Solidarität vergessen sowie die Geste, den Lamborghini zu versteigern (siehe Link zur Meldung), um mit diesem Geld den Wiederaufbau der Ninive-Ebene zu unterstützen. Ich möchte auch, dass er weiterhin für uns betet, damit im Irak Frieden einkehrt.

Was möchten Sie ihm in Baghdida /Karakosch zeigen? Was sollte er besuchen?
Ich möchte ihm die historische Al-Tahira-Kirche zeigen und Bilder von Baghdida, ich möchte, dass er sieht, wie alles von ISIS zerstört wurde und welcher Kraft die Menschen hier es wiederaufgebaut haben.

¿Qué significa la visita para usted?
La visita del Papa levantará el ánimo y la moral, más que cualquier otra cosa. Todos los ojos del mundo se dirigirán a Baghdeda. Así, el mundo sabrá lo que le sucedió a esta ciudad. La terrible destrucción y la migración forzada. También sería bueno si luego recibimos más ayuda y apoyo. Esta visita es realmente importante para nosotros, los que estamos aquí, especialmente después de la enorme migración forzada de tantos de los nuestros. La visita significa que no estamos solos y hay quienes rezan por nosotros. Esto nos dará esperanza, nos animará a permanecer en nuestra tierra y no dejarla.

¿Qué le gustaría decirle al santo padre?
Si tengo la oportunidad de encontrarme con él: quiero agradecerle su visita, que nos hace muy felices, y su oración. También quiero darle las gracias por todo lo que nos ha ayudado durante el último periodo. No me olvido de su gran solidaridad y del gesto de subastar el Lamborghini para apoyar con ese dinero la reconstrucción de la llanura de Nínive. También quiero que siga orando por nosotros para que la paz llegue a Irak.

¿Qué le gustaría mostrarle en Baghdeda /Qaraqosh? ¿Qué debería visitar?
Quiero mostrarle la histórica iglesia Al-Tahira y fotos de Baghdeda, quiero que vea cómo fue destruida por ISIS y cómo la gente de aquí ha sido tan fuerte para reconstruirla nuevamente.

Que signifie pour vous cette visite ?

La visite du Pape nous remontera le moral, plus que toute autre chose. Tous les yeux de la planète seront dirigés vers Baghdeda. Le monde saura ainsi ce qui est arrivé à cette ville : les terribles destructions et la migration forcée. Ce serait également bien si nous recevions ensuite un peu plus d’aide et de soutien. Cette visite est très importante pour nous qui sommes ici, surtout après l’énorme migration forcée de tant des nôtres. Cette visite signifie que nous ne sommes pas seuls et qu’il y a des gens qui prient pour nous. Cela nous donnera de l’espoir, nous encouragera à rester dans notre pays et à ne pas le quitter.

Qu’aimeriez-vous dire au Saint-Père ?

Si j’ai l’occasion de le rencontrer, je voudrais le remercier pour sa visite qui nous rend très heureux, et pour ses prières. Je tiens également à le remercier pour toute l’aide qu’il nous a procurée ces derniers temps. Je n’oublie pas sa grande solidarité et le geste qu’il a fait en vendant aux enchères la Lamborghini qu’on lui avait donnée pour soutenir avec l’argent récolté la reconstruction de la plaine de Ninive. Je voudrais aussi qu’il continue à prier pour nous afin que la paix arrive en Irak.

Qu’aimeriez-vous lui montrer à Qaraqosh/Baghdeda ? Que devrait-il visiter ?

Je voudrais lui montrer l’église historique Al-Tahira et des photos de Baghdeda, je voudrais qu’il voie comment l’État Islamique l’a détruite et comment les gens d’ici ont eu le courage de la reconstruire.

What does this visit mean to you?
This visit has a moral value rather than an economic one. This is a topic that will engage public opinion around the world and especially in Iraq. I feel as though I have an important part to play in it.

What would you like to say to the Holy Father?

It would be wonderful to be able to meet him, and I would like to be able to say to him, “We need international protection, because our Christian community was forcibly displaced.”

What would you like to show him in Qaraqosh/ Baghdeda? What places should he visit?
I would like to be able to show him the churches and houses that were burnt out, so that he could see the destruction left behind by IS in this city. And also our Baghdeda Heritage Museum, so that we can show him our history and culture.